Hino

O sofrimento é o hino dos oprimidos

Sua canção tem tons de guerra

Seu ritmo é forjado na luta diária

As lágrimas são provas de que são invencíveis

E a esperança… ahh, essa fala por si só!

(Robinson Murilo Badin)

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Hino

Não descon(verso)

Aos inversos dos versos,

De um universo…

Que se fez controverso.

Disperso o anti-verso,

Tento em meio à versos,

Que leia de modo inverso

Quando fui perverso.

Te digo o único verso

Que se deve ler, o uni-verso,

Que tu és meu universo…

(Robinson Murilo Badin)

Não descon(verso)

Sentir

Eu sinto o ar,

a luz, o som,

a água, o tempo,

o perfume,

sinto dor,

frio e calor,

Sinto cada detalhe

que insiste

em detalhar

o tecido da realidade.

Mas é o seu toque

Que amo sentir,

Quando me toca

eu me toco

que seu toque

é intocável e único,

Quanto te toco,

não apenas sinto,

Eu amo!

(Robinson Murilo Badin)

Sentir

Abraço

Já estive em muitos abraços

Doei tantos outros.

Mas pra você me fiz abraço.

Aquele que evolve coração,

Ultrapassa as fronteiras invisíveis,

Começa em meios aos braços

E se expande sobre todo o ser.

Começa em mim,

Se instala em você,

Estabelece o nós.

Metade de mim é abraço

A outra metade não tem metade

É inteiro.

Um mais o outro não são dois,

É inteiro!

(Robinson Murilo Badin)

Abraço

Manchas 

Estou manchado;

Partido por Machado,

Com coração fechado.

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As manchas me faz descartável,

A esperança talvez amável

E o amor me faz inevitável. 

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Escrevo em meio a rimas,

Pois não sei cantar.

Se soubesse…

Iria silenciar.

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(Robinson Murilo Badin)

Manchas